Sala de atendimento com janela ao pôr do sol; de costas e de jaleco branco, a Dra. Caroline atende na cadeira.

Medo de dentista? Não precisa chegar sem medo. A gente começa conversando.

Se você já marcou e desmarcou consulta, ou está adiando o dentista há anos, este texto é para você. Conto aqui, com calma, como é chegar ao meu consultório com medo e o que acontece na primeira vez.

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Cirurgiã-dentista · CRO/RJ 45620 · Barra Olímpica, Barra da Tijuca

Ter medo de dentista é mais comum do que parece

Muita gente adulta sente um aperto só de pensar na cadeira do dentista. Às vezes o medo tem uma origem clara: uma experiência ruim na infância, um atendimento apressado, alguém que começou sem explicar nada. Às vezes ele simplesmente está ali, sem uma história que dê para contar. Os dois casos são reais, e nenhum deles é bobagem.

E quase sempre o medo vem acompanhado de outra coisa: o receio de ser julgado. Depois de muito tempo longe do dentista, é comum imaginar o que vão pensar quando você abrir a boca, e isso pesa tanto quanto o medo da dor. Tem gente que nem chama de medo. Diz que “não gosta”, que “está sem tempo”, que “vai deixar para depois”. Eu entendo. Você não precisa dar nome ao que sente para ser bem recebido aqui.

Ninguém aqui vai te cobrar pelo tempo que passou

A pergunta “por que você não veio antes?” machuca e não ajuda ninguém a cuidar da saúde. Por isso ela não faz parte do meu jeito de atender. Se você ficou anos sem ir ao dentista, isso é só o ponto de partida da nossa conversa, não um erro que você precisa justificar.

O que me interessa é o que você sente hoje, o que está te incomodando e o que você gostaria de resolver. A partir daí, a gente pensa junto no próximo passo, no tempo que fizer sentido para você.

A primeira consulta pode ser só uma conversa

Esse é o compromisso mais concreto que eu posso assumir com você: a primeira consulta pode ser apenas conversa e avaliação, sem nenhum procedimento no mesmo dia, se você preferir assim.

A gente senta, e você conta o que quiser contar: sobre o medo, sobre experiências anteriores, sobre o que está incomodando. Não existe resposta certa, e você não precisa contar tudo de uma vez. Depois eu avalio com calma e explico o que vi, com palavras simples e sem termos técnicos desnecessários.

Se fizer sentido, a gente conversa sobre os caminhos possíveis. Se você quiser ir para casa pensar, tudo bem. A ideia é que você saia sabendo mais sobre a sua saúde do que quando entrou, sem ter feito nada que não quisesse. Contei o passo a passo da primeira consulta em outro texto.

Quando você decidir tratar, o ritmo é seu

Tratamento não precisa ser decidido de uma vez, nem feito com pressa. Quando você decidir tratar, a gente combina junto o que fazer e quando, e esse plano pode ser revisto ao longo do caminho. Se em algum momento você precisar de mais tempo para dar o próximo passo, a gente conversa sobre isso também.

Não vou dizer que nada nunca vai incomodar, porque não seria honesto. O que posso dizer é que você não vai ser atendido com pressa nem com indiferença, e que as decisões sobre o seu tratamento são tomadas com você, e não por você.

Algumas coisas que podem ajudar antes de vir

  • Você pode me escrever antes pelo WhatsApp e contar só o que quiser. Não precisa explicar tudo por mensagem: dá para começar com um “oi, tenho medo de dentista”.
  • Se você tem uma lembrança ruim de outro atendimento, pode me contar quando se sentir à vontade. Isso me ajuda a entender o que é importante para você.
  • Escolha um horário em que você não esteja correndo. Chegar sem pressa já tira um peso.
  • Anote as dúvidas que aparecerem nos dias antes da consulta. Na hora, é comum esquecer o que a gente queria perguntar.

E se o medo for muito intenso, a ponto de aparecer também fora do consultório, conversar com um psicólogo pode ajudar bastante. Não tem nada de errado nisso: cuidar da ansiedade também é cuidar da saúde.

Onde fica o consultório

O consultório fica no Centro Metropolitano, na Barra Olímpica (Av. Ator José Wilker, 605, Bloco B, Sala 1032), pertinho de quem mora ou trabalha na Barra da Tijuca, no Recreio dos Bandeirantes, no Camorim ou em Jacarepaguá. Atendo de segunda a sexta, das 9h às 18h, e aos sábados, das 9h às 12h.

Se quiser entender melhor como eu penso o cuidado, escrevi também sobre o que atendimento humanizado quer dizer no meu consultório. E se quiser conversar antes de marcar qualquer coisa, os contatos estão logo abaixo.

Dra. Caroline Gonzalez

Cirurgiã-dentista · CRO/RJ 45620

Quando fizer sentido, me escreve.

Pode ser só pra tirar uma dúvida. A mensagem já vai pronta, e você pode mudar o que quiser antes de enviar:

Olá, Dra. Caroline! Vi seu site e queria conversar antes de marcar qualquer coisa.

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Horário
Segunda a sexta, das 9h às 18hSábado, das 9h às 12h